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Atendimento especializado em:

Doenças raras e Neuromusculares

Eletroneuromiografia em adultos e crianças

Precisão diagnóstica.
Cuidado individualizado.

“Quando as respostas parecem difíceis, um diagnóstico preciso e o meu compromisso com você fazem toda a diferença. Essa é a minha missão.”

Dra. Melissa Polaro

Experiência construída com ciência, prática e compromisso

Ao longo da minha trajetória como neurologista, neurofisiologista e professora, acompanhei pacientes com diferentes doenças neuromusculares, realizei milhares de eletroneuromiografias e participei da formação de novos especialistas.

Essa experiência me ensinou que a precisão não depende apenas de dominar uma técnica. Também exige saber fazer as perguntas certas, reconhecer padrões e compreender quando os resultados disponíveis ainda não explicam tudo o que o paciente sente.

Coordenadora do Ambulatório de Doenças Neuromusculares da Santa Casa de São Paulo (ISCMSP)

Membro titular da Academia Brasileira de Neurologia

Membro titular da Academia Brasileira de Neurologia (ABN) e da Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC).​

+ 20 anos

de Experiência

+ 50.000

eletroneuromiografias realizadas

Instrutora do Fellowship de Neurofisiologia Clínica no Hospital da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Minhas especialidades

Sintomas parecidos podem ter origens muito diferentes. Por isso, cada investigação precisa considerar a história clínica, a evolução do quadro e o impacto da condição na vida do paciente.

Eletroneuromiografia

Doenças Neuromusculares

Tratamento de Distonias Focais com Toxina Botulínica

Melissa Polaro por Melissa

“Um grande médico, sem dúvidas, é fruto de habilidade inata, prática incansável e revisão técnica constante. Mas não exclusivamente!

Aprendi ao longo destes quase 20 anos como médica e professora, que ser tecnicamente irrepreensível não é o suficiente para a construção do “bom médico”.

Ter sensibilidade para enxergar o indivíduo além da doença exige muito mais que qualidade técnica, exige olhar, escutar, sentir. Considero estas qualidades quase dons naturais, mas que podem sim ser exercitadas. Aliás, deveria ser parte crucial do treinamento médico: o exercício da humanidade sobre o tecnicismo.

Como professora, deixo aos meus residentes um conselho: Cuidem dos seus pacientes, não das doenças, e busquem compreender suas necessidades. Aos pacientes, por outro lado, aqui vai meu recado: Exijam ser cuidados por quem os percebe como um ser humano completo. Permitam-se ser cuidados como vocês merecem.

Um paciente pode estar diante do profissional mais técnico, formado nos maiores centros acadêmicos do mundo. Se não houver empatia e comprometimento, nada vale. Meu diagnóstico: O melhor médico é aquele que se compromete com você.”

DRA. MELISSA POLARO

Cuidado técnico com um atendimento humanizado

Nossas unidades foram preparadas para oferecer segurança, conforto e privacidade em todas as etapas do atendimento.

Com estruturas adequadas para consultas e exames em adultos e crianças, cada paciente é recebido com atenção, respeito e cuidado individualizado.

Experiências de pacientes e familiares

Cada pessoa que chega ao consultório traz uma história, uma dúvida e uma expectativa diferente.

Os relatos abaixo compartilham experiências individuais de pacientes e familiares que passaram por consultas, investigações ou exames comigo.

Recebo cada depoimento com gratidão e com a responsabilidade de continuar oferecendo um cuidado técnico, atento e comprometido.

Artigos

Neste espaço, compartilho conteúdos sobre doenças raras e neuromusculares, eletroneuromiografia, distonias, dor, disautonomia e outras condições neurológicas.

Meu objetivo é aproximar o conhecimento científico de pacientes e familiares, explicando temas complexos com clareza, sem reduzir uma investigação médica a respostas simples ou generalizações.

Compreender melhor os sintomas, os exames e as possibilidades de tratamento também ajuda o paciente a participar de forma mais consciente das decisões sobre a própria saúde.

Quando um paciente chega ao consultório após um acidente vascular cerebral, uma...

“Doutora, é como se o meu corpo tivesse vontade própria.” Essa frase...

Ainda há muitas dúvidas quando o assunto é toxina botulínica terapêutica. Afinal,...

FAQ - Perguntas frequentes

A eletroneuromiografia pode causar algum desconforto, porque utiliza estímulos elétricos e, em uma etapa do exame, uma agulha fina para avaliar a atividade dos músculos.

A sensação varia de pessoa para pessoa. Por isso, explico cada etapa antes de começar e conduzo o exame respeitando os limites e a tolerância de cada paciente.

Sim. A eletroneuromiografia pode fazer parte da investigação de diferentes doenças neuromusculares na infância.

Em crianças, a técnica, a comunicação, o tempo e a extensão do exame precisam ser adaptados à idade, à hipótese clínica e à tolerância de cada paciente. O acolhimento da criança e da família também faz parte dessa avaliação.

Na maioria dos casos, a preparação é simples. No dia do exame, evite passar cremes ou óleos na pele e prefira roupas confortáveis que facilitem o acesso à região que será avaliada.

Também é importante levar o pedido médico, exames anteriores e informar os medicamentos em uso, principalmente anticoagulantes, além da presença de marcapasso ou outro dispositivo implantado.

Não necessariamente.

A eletroneuromiografia avalia determinados nervos, músculos e mecanismos da unidade motora, mas não responde a todas as hipóteses clínicas. Algumas condições podem exigir outros exames ou métodos de investigação.

Por isso, o resultado precisa ser interpretado em conjunto com a história clínica, o exame neurológico e os demais dados do paciente.

Fraqueza, perda de força, fadigabilidade, formigamentos, alterações de sensibilidade, atrofia muscular, fasciculações, cãibras frequentes e dificuldades para caminhar, mastigar ou engolir podem aparecer em diferentes doenças neuromusculares.

Esses sintomas não confirmam um diagnóstico isoladamente. A avaliação especializada ajuda a compreender o padrão, a evolução do quadro e quais exames podem contribuir para a investigação.

Não. Muitos pacientes chegam justamente porque ainda procuram compreender o que está acontecendo.

Durante a consulta, analiso a história clínica, os sintomas, os exames já realizados e a forma como o quadro evoluiu. A partir dessas informações, é possível organizar as hipóteses e definir os próximos passos da investigação.

As doenças neuromusculares podem afetar diferentes partes do sistema responsável pela força e pelo movimento.

Esse grupo inclui neuropatias periféricas, miopatias, distrofias musculares, miastenia gravis, síndromes miastênicas, doenças do neurônio motor, atrofia muscular espinhal e outras condições hereditárias, autoimunes ou adquiridas.

Como esse universo é amplo, o diagnóstico depende de identificar qual parte do sistema neuromuscular está envolvida.

Não.

A fraqueza pode estar relacionada a diferentes causas, incluindo alterações neurológicas, musculares, metabólicas, hormonais, infecciosas, medicamentosas ou até períodos prolongados de inatividade.

O mais importante é compreender se existe perda real de força, fadigabilidade, progressão dos sintomas ou associação com outros sinais. Essa avaliação ajuda a diferenciar cansaço, dor e limitação de uma alteração neuromuscular propriamente dita.

Não. O tratamento depende do tipo de distonia, das regiões afetadas, da causa e do impacto dos sintomas na vida do paciente.

A toxina botulínica pode ser indicada principalmente em algumas distonias focais, como distonia cervical, blefaroespasmo e distonia oromandibular. Em outros casos, podem ser considerados medicamentos, reabilitação e diferentes estratégias terapêuticas.

Antes da aplicação, é necessário identificar quais músculos participam do movimento ou da postura involuntária e compreender o objetivo do tratamento.

A escolha dos músculos, dos pontos de aplicação e das doses é individualizada. O objetivo não é simplesmente enfraquecer um músculo, mas reduzir os sintomas, preservar a função e melhorar atividades importantes para o paciente.

Quando as respostas parecem difíceis, o primeiro passo é compreender o caso por inteiro

Caso esteja buscando uma avaliação especializada, precise investigar uma possível doença neuromuscular ou tenha recebido uma solicitação de eletroneuromiografia, entre em contato com a equipe.

No momento do agendamento, informe se procura uma consulta ou a realização do exame. Assim, será possível orientar você da forma mais adequada.

Em breve

Conteudo de utilidade pública e totalmente reformulado sobre esse tema, pensando em você!

Por enquanto, entre em contato clicando no botão abaixo e vamos lhe dar todas as orientações necessárias